‘Diferente, mas ainda está aqui’, diz esposa sobre saúde de Michael Schumacher

Estado do ex-piloto é mantido em sigilo pela família desde 2013.

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Quem ligava a televisão aos domingos de manhã nos anos de 1990 e 2000 tem saudades das disputas eletrizantes da Fórmula 1. E quem não se recorda de Michael Schumacher?

Desde que sofreu o acidente nos Alpes Franceses, em 29 de dezembro de 2013, o estado de saúde do heptacampeão da Fórmula 1 é mantido em sigilo pela família. Na ocasião, o alemão bateu com a cabeça em uma pedra e sofreu um grave traumatismo craniano.

Família rompe o silêncio para uma série sobre a vida do heptacampeão

Em momento raro, a esposa Corinna e o filho Mick falaram sobre a condição do alemão. Eles resolveram romper o silêncio para uma série produzida sobre a vida do heptacampeão, que vai ao ar em 15 de setembro.

“É claro que sinto falta de Michael todos os dias. Mas não sou só eu que sinto falta dele: os filhos, a família, o pai dele (a mãe de Schumacher, Elisabeth, morreu em 2003), todos ao seu redor. Todo mundo sente falta de Michael”, diz ela.

Segundo Corina, Michael está presente. “Ele está aqui. Diferente, mas ele está aqui, e isso nos dá força. Estamos juntos. Moramos juntos em casa, fazemos terapia. Fazemos tudo o que podemos para tornar Michael melhor e para nos certificarmos de que ele se sinta confortável e simplesmente sinta nossa família, nosso vínculo. E não importa o que aconteça, farei tudo o que puder. Todos nós iremos”, relata ela.

Privacidade seria um pedido do alemão

Durante a entrevista, Corinna dá a entender que a privacidade adotada após ao acidente seria algo que Schumacher gostaria, já que prezava muito pela vida fora dos holofotes da F1. Para ela, é importante que ele possa continuar a desfrutar de sua vida privada tanto quanto possível. “Michael sempre nos protegeu, agora estamos protegendo Michael”.

Relação pai e filho

Já o filho Mick, falou em um depoimento sincero sobre a relação pai e filho e as experiências que perdeu devido ao acidente. Ele revelou o desejo e impossibilidade de poder conversar com o Michael atualmente, já que ambos dividem a mesma paixão pelo automobilismo.

“Acho que meu pai e eu nos entenderíamos de uma forma diferente agora, simplesmente porque falamos uma linguagem semelhante, a linguagem do automobilismo, e sobre o qual teríamos muito mais o que conversar. E é aí que minha cabeça está na maior parte do tempo, pensando que seria muito legal. Eu desistiria de tudo só por isso” disse o piloto da Haas.

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